Straight up, no ice

21 abril 2006

Ouvir com os olhos

Já me deixei de escrever como fazia antes. Já ñ tenho nem coragem de começar alguma coisa.
Como aqueles poemas todos q nem sei onde estão. Agora prefiro ouvir e sentir. É diferente.
Tenho andado plos espanhóis. E este ñ é plo seu arzinho de rapaz bom ou coisa q o valha...
É mesmo só plo q está escrito. Poderia escolher mais, mas estas chegam-me hoje.



Alexandro Sanz


Quisiera ser...

Quisiera ser el dueño, del pacto de tu boca
quisiera ser el verbo al que no invitas
a la fiesta de tu voz.

Te has preguntado alguna vez, di la verdad
si siente el viento, debajo de tu ropa
cuando te bañas en el mar desnuda
y te acaricia el cuerpo, en la fiesta de tu piel.

Se sentirá la sal, las olas, sentirá la arena
me da pena...

Quisiera ser el aire que escapa de tu risa
quisiera ser la sal para escocerte en tus heridas
quisiera ser la sangre que envuelves con tu vida
quisiera ser el sueño que jamás compartirías
y el jardín de tu alegría en la fiesta de tu piel.

Son de esos besos que ni frío ni calor,
pero si son de tu boca, también los quiero yo.

Quisiera ser sincero,
apuesto a que te pierdo
con esta frase solo pido tu perdón
por qué no escribo algo mejor. Ay yo no sé...

Me has preguntado alguna vez, por preguntar
qué es lo que quiero,
por qué motivo he dibujado el aire
que jugaba a ser silecio.
Si en realidad te entiendo o sólo nos queremos
Y si a la noche como a mí le duele tanto
desear de lejos.

Se sentirá la sal, las olas, sentirá la arena
me da pena...

(...)


Quisiera ser el aire que escapa de tu risa
quisiera ser la sal para escocerte en tus heridas
quisiera ser la sangre que envuelves con tu vida.
Si quieres ser el aire, yo te invito niña a mi camisa,
mi camisa de tu alegría y la fiesta de tu piel, no, no,no,

Quisiera ser el aire que escapa de tu risa...



El alma al aire


Yo quiero el aire que tiene tu alma
Yo quiero el aire que, que vive en ti
Yo quiero el aire, aire que derramas
Aire pa' quererte
Aire pa' vivir
Tengo un alma o la tenía
Y no es bastante
Ya sabes tanto tienes tanto vales
Tengo un alma y desafía
Tus andares es el paisaje donde flota mi fantasía
Me subo a tu cintura
pero es tan temprano
Los sueños que se cumplen son tan raros
El aire roza las palabras que no saben bien
De tus ojos, tu mirar eh
Por tus andares y tu mirar
Le he robado el alma al aire
para dártela en este suspiro
soy como la tierra amor, tu eres el sol
que no se deja ver no puede ser ¿cómo va a ser?
Le he robado el alma al aire
para poder llevarte aquí conmigo
soy como la tierra amor, tu eres el sol
que no se deja ver, no puede ser ¿cómo va a ser?
(...)
Tengo miedo a una alma fría ¿cuánto vale?
comprarle el alma al aire si se descuida
Suave, suave se la quitas
Tus andares
Ay niña ayay vete tus andares
Porque no tiene cura la locura de mis labios
Ya nada en esta vida me parece raro
El alma rosa despacito el mundo en nuestra piel
En mi vida caminar y de tu vida niña, lo que no se ve
Le he robado el alma al aire
para dártela en este suspiro
soy como la tierra o tu eres el sol
que no se deja ver, no puede ser ¿cómo va a ser?
Le he robado el alma al aire
para poder llevarte aquí conmigo
soy como la tierra amor, tu eres el sol
que no se deja ver no puede ser ¿cómo va a ser?
Y me subo a tu cintura pero es muy temprano
De tus ojos tu mirar
Eh, tus andares niña y tu libertad
Le he robado el alma al aire
para dártela en este suspiro
soy como la tierra o tu eres el sol
que no se deja ver, no puede ser ¿cómo va a ser?
(...)
Yo quiero el aire niña, de tus caderas
Tengo tu alma, pa’ quien la quiera
Le he robado el alma al aire
para dártela en este suspiro
soy como la tierra o tu eres el sol
que no se deja ver no puede ser ¿cómo va a ser?
(...)

Um grande expert diz q são falsas.


Isso quer dizer q as acções do gOOgle ñ vão subir amanhã, é?
É q o pessoal parece q tá à espera disso...

20 abril 2006

Ai, ai, ai ai....

Hei!
Mas vocês acham q me estou sempre a queixar?
Este blog é um poço de lamúrias, uma estrada sem fim de lamentos, um ñ acabar de queixume?
O Pipi disse q sim.
Q coisa.
Mas eu tou sempre a falar de pilinhas!!!!
(Olha lá pá... queres tu dizer com isso exactamente o quê? Q pareço uma amarga, azeda q ñ tem gajo há beaucoup de long time e só se sabe é queixar, é? É isso? Olha fica tu sabendo q ñ , tá? E tu sabes! Por q raio disseste isso?! Quer dizer, ñ sabes assim de saber. Sabes de ouvir dizer... É diferente... Eh pá, mas sabes, é o q interessa!)

Mas realmente parece um poço de lamúrias, uma estrada sem fim de lamentos, um ñ acabar de queixume?

As palavras q sempre ouvirei.

Ah e tal...
"Sabes, és uma pessoal especial."
Mas q raio de treta é essa do és uma pessoa especial? Especial porquê?
Porque: Pensava q gostava de ti e afinal ñ gosto, mas és uma pessoa especial. (Hã?...)
Porque: Passámos momentos juntos q nunca vou esquecer, mas sabes... aquela gaja q conheci... é demais, é boa todos os dias, só me apetece mesmo casar com ela. A única q me leva ao altar. (Passámos...)
Ou: Tu eras especial, mas eu ñ posso dar mais. Agora ñ... (Mas e o porquê e o quando? E... era especial em quê mesmo? Ah! E só isso é ser especial?)
Ou porque: Nunca mais vou encontrar outra como tu (Ai ñ vais ñ!), mas eu tenho medo.
Também há: Tem calma, ñ andava propriamente à procura de namorada. Ñ sou mesmo pássaro de gaiola. (Será q se chega sequer a ser o tal "especial"?)

Aposto q basta ter umas mamitas bonitinhas e um belo dum rabo pra se ser especial.
Todas têm umas mamitas bonitinhas e um belo dum rabo porque de noite é tudo igual (A) e se for de dia há muita maneira de se desviar a atenção pra outros aspectos (B).
Atão porque é q eu ou tu ou aquela somos especiais?
Logo se se verifica em todo o momento ou A ou B ou A + B, fica assim provado q todas somos especiais.
(Como queríamos demonstrar!)
Ser especial é treta.

homosexualidade, bisexualidade, trisexualidade...

Na vida nunca se deveria cometer duas vezes o mesmo erro: há bastante por onde escolher...

(Bertrand Russel)


Encontrei esta agora por ali. É feita pra mim ou é mesmo muita impressão minha?
E q diria ele se eu lhe dissesse q há quem o cometa duas, três, mais vezes?... Mesmo havendo bastante por onde escolher.
Será q nos habituamos aos nossos "erros" e depois ñ queremos experimentar outros?
Qual é a nóia? Será essa?
E depois dizemos "Tu???? Nunca mais!!!", mas depois acontece a segunda, a terceira, a mais vezes... E gostamos. E depois corre mal e dizemos
"Tu???? Agora é q nunca mais!!!". Mas depois... e gostamos. E depois... e dizemos...

(E no fundo ñ tem mesmo nada a ver só com sexo. É mais. Mas depois... e gostamos.... E depois corre mal. É por isso q corre mal.)

69

Ai balha-me o Gajo!

Passei a barreira psicológica dos 69 posts. Ufa!
Bem q tinha encarado isso como um verdadeiro desafio.
Já está! Já fiz um 69...
(chupar um limãozinho verde tira este sorrizinho dos lábios, né?)
Ñ tem havido palavras do dia.
Porque normalmente são elas q costumam vir até mim. Ñ tem acontecido isso e teria sido uma confusão dos diabos pensar no assunto.
Pla lógica de Aristóteles, as coisas ou são ou ñ são e, se ñ são, ñ vale a pena insistir muito no cujo dito.
A bruxa diz q o meu signo hoje tá muito fraquito.
É melhor ñ inventar muito q inda meto as patas.
Logo quando sair de serviço é direitinha pro banho, depois direitinha pro jantar e de seguida pra cama. E com cuidadinho pra ñ tropeçar em nada e ñ me espetar ao comprido.
Chiuuuuu...

E ñ é dinheiro...

If you want a Man worthy of the Job, you must have a Job worthy of the Man.


Como são poucos os chefões q percebem isto... E eu já tive a sorte de ter um. Loops, nisso és o melhor. Sei q sabes.

19 abril 2006

Camas II

No one told you it was going to be this way...

Pózinhos de perlimpimpim

Um gajo chega à beira de uma gaja e diz:
- Estás afim de uma queca mágica?
A gaja pergunta:
-Como é uma queca mágica?
Ele diz:
-É muito simples, damos uma queca e depois tu desapareces
.

Hit the road, Jack...

O Jack.
O Jack sempre foi uma personagem bem viva na minha mente. Adoro o Jack. É o gajo perfeito!
É lindo! É bommm.
Tem a cor de cabelo certa, muito de vez em quando uma barbazinha de alguns dias (mas da fofinha, tááá? q a outra pica muito...), o corpo idealmente à minha medida, a inteligência bem direccionada, sabe umas coisas disto e daquilo (de preferência mais do q eu...), óculos de vez em quando só pra combinar com a inteligência, os sentidos e sentimentos apurados. Olha ocasionalmente pras outras gajas, mas ñ se baba. É daqueles q sabe o q tem em casa e prefere isso a qualquer outra coisa. Só olha pra ter a certeza disso. É proactivo. Mexe-se q é uma beleza. Dá muito amor e paz, paz, paz. Quando é preciso estar quietinho, tambem está, logo, é um gajo paciente.
Eh pá...
Mas ñ sei quem é.

QUEM É O JACK?????

Please, came back some more, some more, some more, some more...
Do hit this road, Jack!

Camas

Lembro-me de ter uns 13 anos e pensar, sonhar, ansiar, pedir pra ter mais uns anos. Mais de 20. Essa barreira já lá vai... Já nem me lembro de ter 20 anos o q me deve fazer parecer uma cota, mas nem por isso. Mas é verdade q ñ me lembro. Talvez nem queira. A vida aos 20 tinha algumas coisas mais q aos 13, mas o q eu queria alcançar continuava algures, mas ñ em mim.
Tenho o dobro de então. Estes passaram bem mais depressa. Ou talvez apenas tenham acontecido mais coisas. Ñ sei se foram mais felizes. Foram menos tristes, menos sofridos. A carga aliviou. É assim q os vejo. Agora posso comer bolachas de chocolate e menta e estar no portatil, no meu portatil, à meia noite e meia a escrever o q me apetece. Nos outros, estaria talvez com uma lanterna pequenina por debaixo dos lençois e, sempre alerta a qualquer ruído, a escrever em cadernos secretos.
Mas antes tinha um sonho. Esperava ansiosamente pla noite pra poder sonhar. De olhos abertos porque a excitação era tanta q nem conseguia dormir. Era livre de noite. Tinha o espaço pequeno da minha cama e construía mundos cheios de alegria e coisas boas pro futuro. (Na altura as bolachas de chocolate e menta também eram uma miragem...)
Tinha algumas noites boas. Quando havia paz e silêncio. As outras ñ me quero lembrar.
Hoje tenho a realidade das bolachas. São minhas, são boas e posso comer todas hoje ou guardar algumas pra amanhã, pra me dar um mimo.
Hoje ñ tenho o sonho. Se ñ durmo de noite é plo vazio. Continuo a ser livre de noite mas o espaço pequeno desta minha outra cama bem mais confortável já ñ alberga mundos enormes sonhados. Ñ é q tenha sido de repente. Foi uma sucessão de situações ou momentos. Ñ foi uma decisão q tenha tomado. Foi uma coisa q se me apareceu por estes tempos. É como se fosse inevitavelmente parte de mim. Acho q esbocei alguma luta pra a contrariar. Ñ resultou. Está cá. Fiz bluff várias vezes, disse e afirmei q ía ser assim, mas sem na realidade o querer.
Eis senão quando, aconteceu...
Já ñ tenho o sonho. Sinto-me diferente. A sério. Até fisicamente, apesar de entender q é tudo psicológico. Como se antes fosse virgem e agora já ñ.
Fui eu q o perdi, ou tiraram-mo?
Na verdade, acho q simplesmente deixei de acreditar.
Antes passava a vida enfiada no quarto em cima da cama. Fazia lá tudo. Comia, estudava, chorava. Tudo. Ninguém percebia porquê e ralhavam-me. Mas estava lá porque era o meu mundo. Era lá q estava o sonho. A representação física do q era meu.
Hoje em dia passo a vida enfiada no quarto em cima da cama. Continuo a gostar de fazer lá tudo. O espaço está preparado de forma a ter as coisas ali dispostas. Até mete piada. Claro q aqui também ninguém percebe, mas plo menos ñ me ralham. Apercebi-me por estes dias q já ñ há o sonho. Mas continuo a vir pra cima da cama. Continua a ser o meu mundo. Nem q seja na nostalgia do lugar do sonho. Sei mesmo q já o ñ tenho, mas continua a ser meu.
Gosto muito de estar em camas. Na minha ou na de quem já estive. Ñ tive o sonho só na minha cama. E luz, só se for do sol. De lâmpadas ñ. Essa ñ deixa sonhar. Se tiver q ser só mesmo pra poder ver o q escrevo ou o q como (ficar cheia de migalhas a noite toda ñ é agradável, é desarrumado...).

18 abril 2006

Tou farta de ñ conseguir dormir em condições. Tou farta de ñ acordar bem. Tou farta de ñ conseguir comer bem. Tou farta de ñ ser recebida. Tou farta de esperar. Tou farta de me enganar. Tou farta de ouvir barulho. Tou farta de ñ pertencer a lado nenhum. Tou farta de nunca saber o q vestir. Tou farta de ñ ter vontade de estudar. Tou farta de ñ ter vontade de treinar. Tou farta de pensar. Tou farta de me irritar. Tou farta de engolir estupidez. Tou farta de maçãs. Tou farta de me calar. Tou farta de te falar. Tou farta de ñ encontrar o equilibrio. Tou farta de dizer q sou estranha. Tou farta de viver à luz. Tou farta deste chão feio. Tou farta de repetir q ñ quero assim. Tou farta de ser tentada. Tou farta de ser esquecida. Tou farta de me dar.

Tou farta de saber q posso fazer muito pouco em relação a isto tudo.

17 abril 2006

O Pindriquinho ñ deve ter gostado muito da minha resposta clara e franca...
O Vlad deve continuar a pensar...


A Mókina deixou-se dormir de oculos na cara e a Maria disse q era pra ver melhor com quem sonhava.
Toda a gente acha q a Maria é maluca, mas eu acho q ela pensa em mais coisas q os outros todos.
Estou a escrever de dia. Ñ deve ser efeito de droga nenhuma. Talvez só pq a Miúda me arrastou da cama pra fora pra irmos almoçar. Eram já 1330.
As insónias e os horários trocados chispalharam-me toda.
Sou uma autêntica vampira. Vivo de noite e durmo de dia. Ñ andava assim desde os gloriosos tempos em q o Forex era a minha vida.
O mais estúpido é q adoro o Sol.
Ando sem apetite nenhum. Quase ñ como. Ñ sei porquê. Ou talvez saiba. É de andar sem vontade de nada, sem alegria nenhuma, por mais q o finja.
É o Limbo. Uma espera ñ sei bem do quê, nem pra quê, nem porquê. Ansiosamente esperando q aconteça. E os dias passam.
O telem vai tocando. Mensagens. Palavras meio claras, meio encobertas de quem ñ quer acreditar em determinadas coisas.
São os meus doentes pandémicos.
Um insiste em manter uma ligação à sua maneira. Ñ me dá corda suficiente pra o puxar definitivamente pra este meu mundo, nem tão pouco me dá ordem de soltura. Mantem-se por ali, meio ausente, meio presente, lembrando-me por momentos q ainda existe e q quer as coisas à sua própria maneira. E eu mantenho-me por aqui, lembrando-o por momentos q as coisas só serão à minha maneira.
- Ñ tenho tempo.
Ñ tens é vontade suficiente q te permita olhar pra mim e ver-me como sou. Talvez nem gostasses de ver o q sou. Ñ tens tempo. É uma perda desse tempo q ñ tens.
Tenho-me esforçado por fazer-te aperceber disso.
E tu vais-te lembrando uma e outra vez... Fechei-te a porta e confesso q me custou. Continuas a valer a galinha toda, mas vais ter q apertar parafusos algures nessa tua cabecinha se quiseres abrir a minha porta. Talvez nem valha a pena.
Outro é grave. Permite-se perceber como sou. Permite-se gostar. É grave a luta interior. Talvez o momento mais frágil da sua vida. O cristal quebrou ali dentro e a tentativa de perceber o q isso significa é daquelas coisas q só com tempo, ou talvez nem com ele.
- Confio em ti, mas estás a mudar.
- Estou pedra.
- ...
- ...
- Tenho medo.
Mas a maneira dos abraços é a mesma.
O tempo deles é q já deve ter fugido ou, talvez ficado lá preso. Naquelas coisas q eu queria e tu também.
- Tou a pensar.

Eu já pensei tudo. Só me resta agir em conformidade. Ñ sei o q é mais difícil. Mas q vai ser difícil, lá isso vai... Já é.
Um dia habituo-me a viver no meio da pandemia. Se vocês todos se acham tão confortáveis lá nessas bandas, talvez seja possível q eu também acabe por me sentir assim.
Já passei plo ponto do ñ retorno. Parei, alinhei eixos... E segui em frente, vacilante e meia cheia de medo. Mas se meia é cheia de medo, outra meia é cheia de "tem de ser".

The child is grown, the dream is gone.
I have become comfortably numb.

15 abril 2006

Tentativa de aligeiramento de ansiedade

O poiso está encerrado hoje. E provavelmente amanhã também.
Foi um dia de reflexão e como estas coisas demoram quando se tem um processador aleijado, o mais certo é q amanhã também ñ abra.

É a espera.

Q sensação tão desconcertante. Ñ é indecisão, nem falta de direcção. É espera.
Mas ñ sei de quê.
Dói-me a cabeça, nas têmporas, mais do lado direito.
É verdade q me tentei manter ocupada fazendo pequenas coisas q eram precisas. Mas mesmo assim, os eixos ñ estão alinhados.

- Musculo grande, aqui Controlo. Escuto.
- Controlo, aqui Musculo grande. Escuto.
- Musculo grande, situação ñ controlada. Aguardar novos desenvolvimentos. Repito, situação ñ controlada. Aguardar novos desenvolvimentos. Escuto.
- Controlo, recebido. Escuto.
- Musculo grande, terminado.

Dói-me a cabeça.

Leve

Ñ me canso de ouvir passar aviões. E de os procurar no céu, aqueles rastos brancos a perder de vista.
Adivinhar as companhias aéreas só por gozo quando voam baixinho.
Tenho saudades de aviões.
Primeiro foi o nem pensar, depois o medo, depois tive pavor. Até q senti terror. (Nesta fase ajudaste tanto... Pensa q ficaste com o braço meio magoado, mas permitiste-me enfrentar um medo.)
Quem diria q eu adoraria andar de avião? (Tu ñ com toda a certeza...)
É uma aventura com um ritual de preparação muito específico.
É daquelas coisas q me dá uma alegria q ñ se explica assim, do pé pra mão... Apesar de saber q tudo isto tem uma razão.
É como ouvir o Rui Veloso ao vivo. Ninguém compreende o efeito q estas coisas têm em mim, nem eu própria, confesso.
É como ir ter com o mar. Sentar de frente pra ele e desafiá-lo. E ouvi-lo e reconhecer aquele cheiro q deve ser igual em qualquer parte do mundo.
E ter vontade de entrar por ele adentro e esquecer q a Terra está por debaixo dos meus pés.
Ou estar no alto da Serra e saber q todo o ar à volta me pertence porque sou eu q o sei respirar...
Ou chegar ao Porto, passar uma ponte e ver as outras deitadas em cima do Douro. Sentir a força da serra do Pilar nas minhas costas a empurrar-me lá pra margem, pra onde me estou em casa.
É duma intensidade q juro q me atinge duma ponta à outra e me revolve toda cá por dentro.
E me faz chorar duma alegria imensa.
São raras estas horas em q me sinto perfeita, explicada e simples. E são estas as horas em q mais ninguém me percebe, porque os outros ñ sentem o q eu sei. Mas sou feliz.
Tenho q procurar mais horas destas.

Palavra do dia

"Tenho medo."
A pandemia alastra devagarzinho. Estou a perder a sensibilidade do meu sentir. A pouco e pouco dou-me conta.
Nota-se sobretudo com as pessoas do meu antes; lembro-me de como eu era e de como demonstrava o q sentia. Já ñ o faço da mesma maneira, é meio frieza, meio pedragulho.
É triste.
É defesa e ñ tenho o q é preciso pra contrariar a evolução dessa nova maneira de ser.
Ñ é q me agrade muito, mas tenho q convir q é necessário.
Já ñ tenho a vontade e a garra q tinha no meu antes. À mais pequena contrariedade, fecho a porta. Acabo o q inda nem começou.

- És exagerada. Cuidado com isso, ñ fujas de situações só porque tiveste más experiências.
- Ñ é exagero, é protecção.
- Cuidado.

- O q é q tu queres?
- Ñ consigo viver com menos.
- É entrega total
- Mai nada
- Cuidado a fasquia tá alta
- Demasiado alta

- Tou demasiado exigente
- Confio em ti, mas tás diferente




















Ai, o q ñ se deve fazer...
Ñ se confunde quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se diz esquece a quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se deixa pendurado quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se deixa de contactar quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se ñ se abre o coração e a mente a quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se ñ partilha e explica o q aconteceu a quem ñ tem muito pra arriscar.
Ñ se ñ se dá provas de confiança e força a quem ñ tem muito pra arriscar.

Porque quem ñ tem muito pra arriscar, fecha portas.

13 abril 2006

Puta q pariu as dores de ovários e mai quem inventou os ovários q funcionam mal e as listas de espera pra adopção e a incerteza do funcionamento da inseminação artificial e as dores de coração de quem sofre com isto tudo!!!!!
É muito triste olhar pra a ecografia dum útero vazio.
Puta q pariu...

It was beauty who killed the beast, not the other way around like they all thought.


Vou dormir Vlad.
Zela plo meu sono.
Bijin
Ai jasuse! Tou embruxada! É maldição, carago!
Tou a ser perseguida. Devem ser os demóniozinhos verdes. O FCP ganha àqueles enchicarados e eu é q as sofro!
Isto foi a Maya, a bruxa. Ela deve ser verdusca, só pode.
Mas eu tenho o meu bonzão a proteger-me!
Ah Vlad, meu encanto... (E o gajo é Conde, táá? Eheheheheh)



E ai, ai... Se ele fazia isto a quem lhe roubava umas couves, imaginem o q fará a quem se mete com a eleita do séc.XXI ? (Eleita do séc.XXI, esta foi boa, eheheheh)



Muhahahahahahahaha!!!!!

12 abril 2006

Trabalho

O trabalho é aquela coisa q hoje em dia consome e esgota os humanóides. Mas só os q trabalham. Efectivamente.
Isto tem q ser dito. É a mais possível consequência da minha actividade diária... Se eu bebesse um copo por cada estupidez q vejo e aturo, tava bêbada todos os dias!
Deverá ser fácil perceber no q isto daria, né?
Hoje é um daqueles dias em q assumo prontamente q estou num hipotético estado de coma alcóolico!!!
A incongruência, a pura estupidez, a hipocrisia é tanta q se eu ñ soubesse nadar, tava completamente afogada em alcóol. Conservada q nem um espécimen freak.
E o c****** do alarme toca e ninguém faz nada! E toca outra vez e ninguém faz nada. E ninguém, a quem obriga o dever, vem verificar aqui às instalações se está tudo ok.
Eh pá, acho bem, acho q sim. Se vier aqui algum passado das ideias, olha q me estripe!
Quero lá saber! Q
me levem e me troquem em Marrocos por umas belas centenas de camelos. Eu até ficava contente em ir lá pro meio do deserto, viver na pacatez. E até ponderava viver sem net e consequentemente sem contacto com o forex. Eh pá, ou talvez ñ...
Hei, o q me alivia a alma é saber q tou quase, qusee a sair de serviço e depois dum banho relaxante e purificador (gosto de pensar q o banho q tomo quando saio de serviço, me "limpa" da puta da bebedeira q quase apanho nos queixos aqui a aturar a Frekoisada), vou calmamente ao cinema ver um filme divertido. É a Idade do Gelo ou o Degelo ou a coisa q o valha. Já nem me interessasaber o nome, desde q me faça rir por um bocado.
Eh pá... ando mesmo, mesmo, mesmoooo a precisar.
Mad, brigada por me levares a espairecer e fica desde já o aviso q se eu tiver mt chata, podes-me largar em qq rua menos aceitável pra ñ te chatear mais. Pode ser q mesmo assim me levem pra Marrocos e me troquem por lá...

Arre demo!

Se aqui tivesse o meu irmão puto ele sabia dizer onde haveria de ir gamar! Ali pros lados de algum sitio deve haver algum sitio onde o poderá fazer!
Se eu tivesse um Jaguar Sovereign até o lá podia levar, pra ser mais depressa.

(O dia já começou...)
The Wachowski brothers.

Lembrem este nome. Façam o q fizerem, ñ vejam filmes realizados e produzidos por estes senhores. Por mais chata q esteja a noite. Mesmo q ñ esteja a dar nada de jeito na tv. Fujam!!!
Mais vale irem até à casa de banho fazer algo útil por vocês próprios.
Mas q filme hololoso, jasuse! Korror!!!

Nem a bela da tisana de chá verde me "purificou" o espírito. Foi cerca de hora e meia deprimente.
Nem sei o nome daquela... coisa, tentaiva de filme. Inda bem, ufa!

Eh pá e agora telenovela brasileira?!?! Às 3:20 da manhã?!?!?!?

Mas e decência, hein?!?!?
Ñ há??? Ah ñ há???
Ok...
Vou-me achocalhar. Isto é demais, o meu parzinho de mamas ñ aguenta estas emoções.
Estas modernidades ñ são pra mim, definitivamente. (Se calhar preciso dum "aumentozinho" siliconáico pra aguentar estas fortes emoções, fortes... Q momentos!...)


(Será q os demoníacos comprimidos q tanto tomei me intoxicaram também o cérebro?... Valham-me os morcegos!)
Fazem falta mais pessoas como eu no mundo!!!

(Mas só pra eu ter um bocadinho de companhia, tá?)

11 abril 2006

Afilhada Cabra, ñ somos reincidentes, somos um acidente!


O jardim deve estar todo florido e o cão bem grande...

Nem tão pouco sabias q mais dizer. Nunca foste muito de te explicar. Porque ñ havia necessidade, porque ñ era imperativo. Eu ñ te o pedi, mas gostaria muito. Ñ é regra, mas podíamos jogar com as excepções.
(O chão era acolhedor e os armários cheiravam bem.)


- O q é q vais fazendo com a vida q tens nas mãos?
- As portas devem ficar abertas. Pensa lá porquê.
- Dá cá bejin.
- A verdade bate tudo.
- Agora tenho medo. Continuas a ñ responder ao q ñ queres. Porque sabes responder.

Palavra do dia

Tristes, breves nuestras vidas...

os dias

Ontem continuei a ler.
E fui pedir esclarecimentos, sem os pedir propriamente. Apenas entrei por ali a dentro e pronto. Eu sou assim. Ñ peço as coisas com palavras. Acho q ñ tenho jeito. E fiquei esclarecida e, ñ me senti mal. Sinto-me esquisita. É um turbilhão de coisas a passar à frente dos olhos e é estranho. Faço como sempre. Deixo ir o coração e ele q decida. E apesar de ser a situação estranha e de ñ ser a minha manta, ñ me senti mal. É uma situação controlada.

E deixei o coração decidir. It really feels like a ship on a bad day sea. Wind, water, salt all over me. And me. Just beign there. Trying to look at the sky. And wind, water and salt al over me.
Acho q fiz o melhor. E o voltei a fazer. As coisas são como nos vêm ter às mãos. E as nossas mãos fazem o q podem delas. Gosto de pensar q é, q foi, o melhor.
O tempo ñ me chega. É uma espécie de dor. Grita e berra aos meus ouvidos e ñ sei nunca se faço bem ou mal. E ñ sai.
O salto pra frente. Já ñ salto. E dói na mesma. E ñ há frase feita q alivie. Nem chá q atenue.
As coisas são como nos vêm às mãos e as nossas mãos fazem o q podem delas.
E ninguém me pode pedir mais! Eu já ñ tenho mais!!!!!!!!

Tinha as-noites-q-ñ-acabam-nunca a olhar pra cima. Com o mar a chegar cada vez mais perto. A bater devagarinho nos meus pés descalços. A chamar-me. Mas tu ñ vinhas nunca! E eu olhava pra cima... Já sabia as estrelas de cor, naquele céu. Aqui ñ vejo as mesmas. Deixei-as lá à espera de cumprir a promessa q fiz. Aquele triangulo de estrelas. Nem sei o q eram, se era só eu q as via. O meu filho ñ vem, ñ sou feliz contigo.Ñ voltei.
Agora já ñ sei dar.

09 abril 2006

Reservei a noite pra ler. Podia ter saído, ligado a alguém. Vesti a t-shirt azul maluca e saltei pra cama, portatil em posição de ataque e leio. Leio há já mais de uma hora.
E se parece q percebi alguma coisa, pouco depois acho q ñ.
O q é q eu fui fazer?... Ñ sei as coisas. Às vezes orgulho-me de ter sobrevivido, outras só me lembro das consequências disso.
Pensava q te conhecia, q era fácil perceber tudo. Sinto-me muito pequena.
Como é q consigo ser tão diferente dum momento pro outro?
- Ah, mas tu és forte. És tão forte!
- Eu?!?!?!? (Mas eu sou tão fraquinha...)

Obriguei-me a continuar a ler. Até q ñ pude mais.
Eu ñ acredito em assaltos às infrastruturas. Eu sei q ñ sou assim. Obriguei-me a isso pra me provar se seria capaz de mudar o meu interior. Só fiquei mais confundida.
Se ñ houver acção, ñ há lugar à reacção. É válido pensar assim?
Eu ñ critico verdadeiramente, apesar de assim parecer.
A questão é bem mais profunda q isso. Parece-me q continuo a ter noção do q quero pra mim, a vários níveis, estações e apeadeiros. Com toda a certeza, ñ o tenho conseguido. E plo meio? O q tenho feito plo meio?...
Enquanto ñ aparece a situação certa, vá-se divertindo com as erradas.
A frase feita ñ será bem assim, mas com os ajustes serve pra demonstração.
Isto é dúbio. Realmente tenho-me divertido, ñ posso em verdade dizer q ñ. Mas continuam a ser situações erradas. E isso fode-me o juízo por completo!!! (esta foi gritada bem alto...)
Mas q puta de panca q eu tenho com as regras e os limites e as coerências de pensamentos. Puta de rigidez q me faz autodesancar-me e reprimir-me.
Mas a grande porra disto tudo é q a rigidez e o rigor são aquelas tretazinhas q mais prezo naquilo q consegui fazer de mim.
Ñ vou voltar a cortar o cabelo num acto de raiva e autobrutalidade.

ONDE É Q HÁ TEMPO E ESPAÇO PRA MIM????




Hoje é mesmo assim...


Oomph!
Augen AuF

(Brigada Pepe, beijoka)
Dorme...
Já dormias?
Ñ era bem por isso. Ñ te vi fechar os olhos, nem desligaste a luz.
Tens qualquer coisa dentro de ti q me faz chorar. Tens um dom. E guarda-lo. A minha pele está a envelhecer. As mãos têm marcas, juro q ñ percebo o q é a vida. Porque é q estou aqui hoje e ontem era diferente.
Há propósito? Sabes q às vezes ñ me apetece estudar e saber mais coisas porque ñ sei e ñ consigo saber o q preciso?
The silver dream was out of control. Your heart wasn't under any rain. Where was it?
Pensei q te podia relembrar coisas. Ñ era caminho pra ti.
Hoje ñ.


A meiguice e a pele macia.
- Dá-me as tuas mãos.
E eu dei.

Lembras-te?

08 abril 2006

O Pindriquinho é o meu namorado imaginário. Plo menos ele imagina q sim, eheheheheh. Aiiii porra, não! Fui eu q imaginei q ele era... E ñ faço comentários sobre a pilinha porque por estas alturas já toda a gente deve pensar q eu só penso na pilinha!!!!

E a palavra do dia é...
MAS Q RAIO É UMA PILINHA?!?!??!


(Gosto muito de ti Pindriquinho... mesmo assim todo arrelampado como tu és. Eu sei q tb gostas de mim, assim duma maneira um pouquinho defrente de mim e, delado, mas sobretudo detrás. E quando um dia num arrelampejo qualquer indefinido por Zeus os nossos tralhos se ajuntarem e se encaixarem tão bem como manteiga num pão nas costas de um gato q cai sempre em pé , é porque é deveras destinado a ser manteiga num pão nas costas de um gato q cai sempre em pé...Há desafios q valem a pena e há desafios q valem a galinha toda!!!)
Ahhhh e muitas gajas, muitas gajas pro Pepe q ficou comigo na net até estas horas, pobrezito, coitadinho! Muitas gajas, muitas gajas!

E Sr. Seabra, feche a porta anti-incêndio de aço quando sair e faça o favor de lá entalar a pilinha! Muito obrigada, Sr. Seabra.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Eu ñ só escrevo mais porcalhonices no meu bilogue, como as assumo publicamente.
Vá levar no bujon Sr. Seabra!
Vá levar no bujon Sr. Seabra!
Vá levar no bujon Sr. Seabra!
Vá levar no bujon Sr. Seabra!
Mas q raio de comprimidos é q me deram?
Esta porra tá puxadinha, hein? Devia tar a dormir e a ñ me preocupar. Definitivamente deveria ter umas conversas mais "leves"...
Assim mais à "Are you talking to me?". Q coisa!

- Susana, caraças arranja aí umas gotinhas, eh pá, mas arranja lá! Tou a ficar tótó, super bestóide mesmo...
- Oi linda, mas...
- Sim, eu sei q já sou bestóide à tanto tempo, mas preciso mesmo. Eh pá, tipo agora. (Hoje em dia tá provado q a palavra "tipo" abre muitas portas...)
- Mas q se passa? Anda algum matulão a meter-se contigo? Oh pá, diz-lhe pra vir cá se quer ver! Esmurro-lhe os cornos!
- Brigada Susaninha, mas hoje ñ é preciso isso fofura... É mesmo só as GOTINHAS!!! C******, DÁ-ME UMAS GOTAS!!!!!!!
- Oh gaja, mas q foi? Conta aqui à Susana, conta...
- Tou lexada. Há gente q ñ percebe mesmo. E eu, bem...
- Tens q ser mais tosca, tás a ver? Faz de conta q ñ sabes de nada. É o q eu faço qd o chefe pergunta plo trabalhinho...
- Aiiii, os serezinhos das lâmpadas tão-me a mamar nos dentes!!! Vou-lhes espetar com uma dose de Eludril! E nem misturo com água, vai mesmo puro. Os gajos vão combustar q nem nitro num motor de 16v. Ah carago!
- Isso linda, dá cabo dos serezinhos! ABAIXO OS SEREZINHOS!!!!! (Se inda mamassem noutro sítio, mas nos dentes.... q merda... uma pessoa chega a esta idade e já só nos dentes... tristeza... pró q havíamos de tar guardados...)
- Esqueci-me do Sr. Seabra... Tenho-me esquecido um cadito dalgumas coisas...
- Quem, linda?
- Sim, Sr. Seabra. Esteja descansado Sr. Seabra. Eu ñ escrevo mais porcalhonices no meu bilogue.

07 abril 2006

Ai pastelinhos de massa tenra!!!
Hummmmm!!
Nhammmm, nhammm !

(Tou dopada!)

Eh pá, ontem andava a fazer nenhum pla net e dei de caras com um bilogue, q ai jasuse! Era só pilinhas! Eu ñ memorizei o endereço suas mentes porcalhonas, ñ estejam já a pensar coisas.
Mas era mesmo muita pilinha e muito link pra site de pilinha...
Eu fechei logo tudo, mas vocês sabem como é, aquilo abre mt janela com pilinhas a saltar pra todo o lado e depois ñ conseguia sair daliiiiiii....
Ah vocês sabem como é?!?!??
Seus porcalhões devassos!
Vocês andam a ver pilinhas na net?!?!?!?

(Ando a tomar mt medicamento... mt antibiótico... tou dopadaaa)

Vou comer. E ver o pilinha do Pindriquinho.
Palavra do dia:


06 abril 2006

Mas q porrinha é essa de pensar q os vampiros são bestas anormais q andam pra aí a chupar o sangue ao pessoal?!
Os vampiros são uns senhores e senhoras q habitam neste planeta, tá? Têm direito à vida, ok? Tal como todos os organismozinhos q por aí andam!

E essa coisa de sermos das trevas e etc e termos medo do Solzinho (bem bom!)? E alho?! Alho faz muitooo bem aos nossos coraçõezinhos. Ajuda à circulação do (pouquinho) sangue do nosso metabolismo super interessante.
Eh pá, cá aquela cena das estacas no coração e as balas de prata é q ñ têm graça nenhuma! Eu queria ver o q aconteceria se enterrassem uma estaca no coração duma pessoa normal ou então um baláziozito de prata... Ñ me digam q a pessoa dava pulinhos de alegria, hein?!

O nosso Sr. Princípe Vlad Tepes III sofreu muito. Foi capturado plos turcos, aqueles porcos sanguinários... Foi torturado e assim à género de sindrome de Estocolmo, aprendeu com os captores umas coisitas sobre tortura. E ao q dizem as más linguas, parece q ele gostava.
Puseram-lhe uma tonelada de nomes e adjectivos marados. Tepes, pq significa Empalador ( o gajo aparentemente espetava umas estacas no traseirinho do pessoal q se portava mal e era até sairem pla cabecita ou qq coisa por onde desse jeito...); era Dracula pq o paizinho do moço era cavaleiro da Ordem do Dragão (já nesta altura se vê a importância desta Ordem no mundo...) e Dracula quer dizer filho do dragão.

Ele realmente é um personagem meio estranho, mas pra quem gosta e conhece, é um autêntico gentleman. De vez em quando dá assim uns chupõezitos no pescocinho aqui da moça mas depois compensa com um bocadinho de paz, paz, paz...
Por mais q pensem q ñ é fashion, aquela capa negra dá muito jeito. É quentinha, é grande e dá pra nós os dois e tem a facilidade de se lavar bem na máquina mesmo com programas leves.
E o Vlad corta sempre as unhas pra ñ me arranhar a pele sensivel e macia, no domingo de manhã, quando toma o seu banho de imersão com pós de lavanda e essências de pêlos púbicos de jovens cabritinhas virgens q lhe são oferecidas. Eu tenho inveja... mas q fazer?
Ele protege-me dos serezinhos q vivem nas lâmpadas! Aqueles minúsculos dão cabo da gente! Descem das lâmpadas de cada vez q alguém liga o interruptor e ficam ali suspensos até q a gente esteja a dormir e devagarinho, chucham nos nossos dentes caninos. E retiram-nos a capacidade de nos alimentarmos. Isto é realmente uma carnificina!!!
Ñ há direito...
Depois tenho q andar atrás do dentista a pedir q me dê antibióticos pra combater uma hipotética infecção. Infecção q eles causam ao deixarem nos nossos caninos, vestígios de filamentos de tungsténio das lampadas onde vivem. Q porcalhões!!!
É perigoso aquela porra!
É por isso q tenho q me sujeitar um bocado às neuras do Vlad... Às vezes dá-lhe pra me arrancar a cabeça e a atirar plo ar, sujando a sala toda de sangue e depois lá ando eu a correr atrás da cabeça maluca q anda a rebolar com a língua a lamber o sangue q caiu no chão, nos cortinados de veludo violeta q a mãezinha do Vlad nos deu , nas poltronas velhas e gastas, cheias de partículas de sabe-se lá o quê...
Mas enfim, eu ñ me canso se levar carinho...

05 abril 2006

Ñ me apetece escrever nada.
Na verdade ñ me apetece nada.

04 abril 2006

Ainda és pior q eu!
És estúpida todos os dias.



Shine on, get on
Twilight from dusk to dawn
She's the spirit of creation
She's the last chance guarantee
Got a myriad of poses
Sweet miracles and roses
She's a river and she's turning in front of me

'Cause when I find
My state of mind
The river's in front of me

They say that every heaven's got a thousand rooms
So take me on that freedom ride
My heart is like a hunter's in the silent moon
My nerves just feel electrified
Meet me on the staircase
Outside a darkened room
Light me like a naked flame
The voice of Mother Nature states
All things must pass
And nothing can remain
They say that every heaven's got a thousand rooms
So take me on that freedom ride

You raise me like a building to the very top
Rush me to the end of time
You fill me full of danger
You give me future shock
Then you leave me wasted dying

And I go blind
Wasting my time
The river's in front of me


She's a river (Simple Minds)

03 abril 2006

Eu ñ percebo.

Boa noite.

02 abril 2006

Ñ me venham cá com tretas, tááá?

Isto tá na pág da Priberam - http://www.priberam.pt/dlpo/conjugar_resultados.aspx



Bem, isto anda muito avacalhado!
Há q tomar uma posição, é necessário uma atitude.
Toca de analisar o eur/usd pra ver se isto ganha um pouco de credibilidade. Tenho q dar uma imagem de trabalhadora honesta e essas coisas todas.
Com tanto mal dizer inda pensam q sou uma pita inconsciente com menos de 15 anos q anda pra aqui a dizer tretas inconsistentes.

Atão é assim.
Eur/usd...
Desenvolveu-se um triangulo com uma Ltd q vem desde o princípio de 2005 (no valor mais alto de sempre do rapazinho - 1.3672) e, q a meu ver iniciou a tendência descendente q se verificou nesse ano. Em Novembro o rapazinho atingiu mínimos - 1.1635, valor mais baixo desde Novembro de 2003. Esta Ltd acompanhou o movimento de desvalorização de cerca de 2000 pips. Em 11 meses. É obra.
O toque nos mínimos fez nascer uma nova tendência (esta expressão é do TRSM...). Desde então consegue-se visualizar uma Lta com vários toques e quase 5 meses.
Com a cotação a aconchegar-se no meio destas duas Lt's temos tido um período bastante mónotono, pra ñ dizer chato pra caraças, inda pra mais quando decorre o Jogo de Bolsa 2006 e eu queria ter a oportunidade de fazer uns brilharetes só às custas do eur/usd... Mas o gajo ñ quer... Enfim.
Aplicando uns retracements de Fibonacci, com início nos mínimos, pode constatar-se com exactidão q os 23.6% da retracção têm segurado os vaipes da cotação nos 1.2160/1.2170 ñ a deixando subir.
Já por sua vez os 61.8% têm sido uma zona de fortes lutas como se pode ver durante o meio do mês de Fev até ao meio de Mar.
Bem e com esta declaração toda me calo porque o rapazinho está a quebrar o triangulo, mas os 23.6% ñ o querem deixar e eu tou à espera, à espera, à espera....
E já chega de eur/usd neste espaço por Deus esquecido q hoje é domingo e o rapazinho ñ trabalha aos domingos. Deve ser fino!

Ñ há direito a truques e fintas, ñ haverá escoras movediças.



















Cuidadinho...
Transportar em condições ideiais.
Ñ avacalhar.
Ñ colocar de pernas pro ar.
Ñ atirar pro fundo dum poço.
Ñ pisar. (É como a relva, só q ñ é verde.)
Ñ sujeitar a pressões superiores à desilusão.
Ñ expor à luz directa da mentira.
Ñ abrir assim duma hora pra outra.

Em caso de intoxicação deixar repousar em ambiente calmo e pacífico durante vários dias, sem contacto algum com agentes poluidores.

Ah! E se conduzir, ñ beba nem faça bolas de sabão.

OS INFRACTORES SERÃO PUNIDOS GRAVE E SERIAMENTE COMO PREVISTO NO DEC.LEI ONDE TÁ ISSO ESCRITO, APROVADO EM ASSEMBLEIA GERAL, PRESIDIDA E ASSISTIDA POR MIM.
And I wonder this
Could tomorrow be
So wondrous as you there sleeping
Let's go drive 'till morning comes
And watch the sunrise and fill our souls up
Drink some wine 'till we get drunk
(...)
Is this real or am I dreaming?...
(...)
My love
By love
We'll beat back the pain we've found
You know
I mean to tell you all the things I've been thinking deep inside
My friend
Each moment the more I love you

Crush (Dave Matthews band)

01 abril 2006

Não me apetecia ir até ao jardim porque não tinha companhia. A minha às vezes já me aborrece. Não é suficiente. Já conheço de trás para a frente, não há nada pra descobrir. Se bem que às vezes...
Não insistas comigo, digo-te que não é suficiente. Faz falta quem complique um bocadinho as coisas para depois as descomplicar devagarinho no meio de muita ternura e abraço apertado.


U'm conchê un moreninha
qui ti tá vivê num gaióla di prata...